Um dia inteiro, presencial, para mulheres que entregam muito e são lembradas de menos. Inclusive por elas mesmas.
Quatro edições. Mais de 300 mulheres.
Provavelmente entregando mais.
Sendo a pessoa mais confiável do time.
Vendo uma vaga abrir e o nome que sobe ser outro.
Explicando de novo o que você faz para alguém que já deveria saber.
Ela começa no ambiente que você escolhe frequentar, nas pessoas que decidem caminhar ao seu lado e no conhecimento que você coloca em prática.
Todo ambiente deixa marca. As pessoas com quem você convive, os espaços que frequenta, o que escuta todos os dias. Tudo isso molda quem você está se tornando, quase sempre sem você perceber.
Você se revela quando o ambiente ao redor sustenta a travessia. O ATIVA é uma sala construída de propósito para isso.
Todo mundo te procura para resolver. Ninguém te indica para decidir. O seu trabalho circula, o seu nome não.
Você explica o que faz e a pessoa esquece na semana seguinte. Não é falta de competência, é falta de uma frase que gruda.
Os outros reconhecem. Você olha para si mesma e não enxerga o que eles estão vendo.
Competência. Entregar bem, resolver o que ninguém quer resolver, ser confiável. Essa parte você já tem resolvida.
O que a sua imagem comunica antes de você abrir a boca. Não é sobre roupa cara. É sobre coerência entre quem você é e o que o mundo lê em três segundos.
Ocupar espaço onde a decisão acontece, não só onde o trabalho acontece. Falar do que você faz para quem decide, antes que decidam sem você.
Onde você está hoje, no papel. O ponto de partida que quase todo mundo pula.
Como você se comunica e como as pessoas te leem. Seu perfil aplicado ao seu trabalho.
O caminho de ser, parecer e aparecer, aplicado ao seu caso dentro da sala.
A frase que define o que você faz, testada ali, na frente de quem devolve retorno de verdade.
O que a sua presença comunica antes de você falar, e como alinhar isso com quem você é.
Vivências ao longo do dia. Você não sai com anotações. Sai tendo feito.
A primeira edição do formato maior, em torno da pergunta que ainda guia o movimento: quem é você quando para de se esconder atrás da própria dor?
O formato ganha corpo. Mais convidados, mais estrutura, a mesma essência.
A primeira edição do formato intimista. Grupo pequeno o suficiente para que cada mulher seja vista de verdade.
Um dia inteiro dedicado a destravar, ao vivo, o que cada mulher carrega e ainda não nomeou.
Mais de 300 mulheres já passaram por essas salas. Muitas voltam meses depois pedindo para viver de novo.
Edições em formato auditório.
Nenhuma delas foi pedida para falar bem. Foram pedidas para falar o que ficou.
São mulheres que estiveram numa edição anterior, gravando do jeito que quiseram, sem roteiro.
A experiência completa do dia, com o melhor lugar da sala. São 10 lugares.
Passei mais de vinte anos dentro da indústria têxtil e da moda fazendo marcas serem desejadas. Aprendi ali, na prática, o que faz alguém ser escolhido e o que faz alguém ser ignorado.
Um dia percebi que o método era o mesmo para uma mulher. E que o maior projeto que qualquer uma de nós constrói é o de si mesma. Foi dessa conclusão que nasceu o Movimento ATIVA.
Hoje sou consultora, autora e coordenadora do livro Do Caos à Coragem, e trabalho com mulheres que fazem muito e recebem pouco, transformando competência em reconhecimento.
Entra no grupo do WhatsApp. É lá que eu aviso primeiro quando abre cada lote, quanto custa e quantas vagas restam.
Tem uma mulher dentro de você que já é forte, corajosa, destemida. Ela não desapareceu. Ela só ficou coberta.
Não. O dia é presencial e não será gravado. Parte do que acontece na sala só acontece porque não está sendo gravado.
Casa do Storytelling, em Alphaville, Barueri. O endereço completo vai no e-mail de confirmação.
Pode, e existe condição para isso. No primeiro lote, o ingresso duplo sai por R$300 à vista ou 18x de R$21,67, com as duas nomeadas na compra. Existe duplo em todos os lotes e também no Mesanino.
Para as duas. A sala mistura executiva, CLT, mulher em transição e empreendedora de propósito, porque o problema de fazer muito e não ser reconhecida é o mesmo em todas.